DESRESPEITO AO MEIO AMBIENTE, FALTA DE TRANSPARÊNCIA E VEREADORES OMISSOS ACELERAM INDIGNAÇÃO POPULAR
A POPULAÇÃO ACORDOU: MATÉRIA DO AUGE1 EXPLODE NAS REDES E REVELA O QUE A CÂMARA NÃO QUIS ENXERGAR
A repercussão da matéria publicada através do Portal Auge1, na quarta-feira (03), escancarou aquilo que muita gente já sentia, mas não verbalizava: os moradores da área da Área Cura estão abandonados pelos vereadores que deveriam representá-los. A reportagem exibiu irregularidades técnicas da obra, como a falta de segurança, possíveis irregularidades ambientais e questões legais na reforma da Praça do Bom Retiro, e a resposta foi imediata — a obra parou nos últimos dois dias depois de a matéria.
Segundo comerciantes e moradores, nenhuma árvore foi arrancada na quinta e sexta-feira, e as máquinas sequer foram ligadas. Coincidência? Moradores dizem que não. O medo da pressão pública finalmente chegou aos gabinetes?
50 ÁRVORES SERÃO ARRANCADAS? — NO RELATÓRIO CONSTA “11 SEM IDENTIFICAÇÃO”
O relatório técnico que autorizou o corte das árvores aponta 11 árvores classificadas como “sem identificação” — segundo apurado através da reportagem, seriam os tocos secos.
A divergência identificada nesta questão é que se analisarmos a relação de “compensação de plantio”, segundo informações, todas tem a co-relação de quantidade de árvores segundo suas respectivas espécies para replantarem no município.
A Secretaria Municipal de Sustentabilidade, responsável por aprovar o relatório, precisa explicar como uma análise com tamanha falha técnica pode ter sido autorizada.
Em caso de árvores “não identificadas” através da secretaria, deve ser contratado especialista ambiental para reconhecer 100% das árvores.
Muito importante lembrar que o mundo inteiro discutiu políticas ambientais rigorosas recentemente na COP30 — enquanto em Sumaré autoriza-se corte de árvores sem sequer reconhecer todas elas. É o oposto do que pede a comunidade científica mundial.
Ainda falando sobre meio ambiente, a expressiva redução de árvores e também a expressiva redução de solo livre para absorção de água, pode aumentar o volume de água que se acumulará em correnteza através da Rua Eng. Jaime Pinheiro Ulchôa Cintra, podendo aumentar as ocorrências de alagamento na área de divisa dos bairros Jd. Bom Retiro e Pq. Bandeirantes.
MORADORES DENUNCIAM: ‘PRAÇA DO POVO’ E ‘NÃO PRAÇA DA FEIRA’
Entre os principais pontos exigidos pelos moradores estão:
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Redução da área de lazer sem justificativa técnica;
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Prioridade da reforma em acomodar feirantes (de fora da cidade), desconfigurando o espaço comunitário;
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Manutenção das árvores frutíferas, tradição local;
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Construção de banheiro público, ignorada no projeto;
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Instalação da placa obrigatória da obra, ausente até hoje, contrariando a Lei Federal nº 6.666/93 sobre licitações e publicidade de contratos;
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Apresentação dos custos detalhados, empresas que participam e vencedoras — tudo ainda oculto dos cidadãos.
O que necessitaria ser uma reforma para melhorar a vida dos moradores tornou-se uma obra sem transparência, sem consulta pública e sem respeito ambiental.
Moradores e comerciantes evidenciam que a feira ocorre somente 1 vez na semana e que o povo usufrui da praça todos os dias, pedindo que não se tenha no projeto esse amplo espaço central em piso de concreto ou pedras para as feiras, mas sim o máximo de espaço de gramado para práticas de esportes e piqueniques como de costume dos cidadãos.
CÂMARA MUNICIPAL DE SUMARÉ: OPOSIÇÃO QUE VIROU BASE E ESQUECEU O VOTO DO SEU ELEITOR
O ponto mais sensível da revolta popular é classificada por moradores como omissão quase unânime da Câmara Municipal.
Vereadores que foram eleitos como oposição à atual gestão hoje:
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gravam vídeos na praça fazendo promoção pessoal e elogiando e agradecendo o prefeito, fechando os olhos para os erros apontados na matéria;
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evitam publicamente exigir explicações da Prefeitura;
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não apresentam pedidos, ofícios, estudos ou fiscalizações efetivas;
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aprovam quase 100% de tudo o que a gestão envia para votação, sem perguntas.
Moradores reforçam que o comportamento é visto como traição ao voto que receberam.
Depois de a repercussão da matéria, o vereador Hélio Silva, presidente da Câmara, tem procurado moradores para oferecer apoio.
Apesar de o presidente da Câmara normalmente não votar os projetos na casa, diante de uma Câmara em que 16 vereadores votam a favor da gestão, o povo espera que dentro de sua prerrogativa de presidente, seja pautado nas sessões o interesse popular, e fica a poder dos cidadãos pressionar os vereadores que deveriam estar em condição de oposição ao governo e do lado do povo, segundo os votos recebidos nas eleições que os elegeram.
A matéria destaca sobre 16 vereadores votarem sempre a favor da gestão, baseado em nossa equipe acompanhar todas as sessões da Câmara Municipal e isso se repete rotineiramente, estando registrados em vídeos das sessões no perfil da Cãmara no youtube.
Cabe o povo acompanhar as sessões, se atentar sobre ‘uma suposta conivência’ na atuação de vereadores com a gestão, para reaverem seus votos nas urnas em 2028, buscando o interesse público e principalmente, a garantia constitucional de “Poderes Independentes”.
O QUE DIZ A LEI: POPULAÇÃO TEM DIREITO DE COBRAR — E A CÂMARA TEM OBRIGAÇÃO DE FISCALIZAR
A omissão dos vereadores afronta diretamente:
● CONSTITUIÇÃO FEDERAL — ART. 31
Os vereadores são responsáveis através da fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Município.
● LEI ORGÂNICA DE SUMARÉ — ART. 18 E 19
Determina que o Legislativo deve fiscalizar atos do Executivo e defender o interesse público.
● LEI FEDERAL 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação)
Obras públicas precisam ter transparência integral, inclusive valores, responsáveis e cronograma.
● CÓDIGO FLORESTAL E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL
Exigem reconhecimento completa das espécies, justificativa técnica para remoção e compensação ambiental adequada.
Nada disso foi fiscalizado pelos vereadores.
A IMPRENSA MOSTRA E A POPULAÇÃO REAGE
A matéria publicada através do Auge1 cumpre o papel constitucional da imprensa em trazer as informações como precisam ser, na natureza e realidade dos fatos, sem dar atenção a opiniões de pautas de assessoria política. Essa transparência mobilizou moradores, comerciantes e grupos comunitários.
Agora, moradores se planejam para ir à Câmara de Sumaré exigir posicionamento público dos vereadores e documentos oficiais da obra.
Enquanto isso, a Prefeitura continua sem responder:
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por que aprovou supressão das árvore?
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por que não reconheceu 11 delas?
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por que não instalou placa de obra?
- por que falta segurança para operários e pedestres?
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por que diminuiu a área de lazer para favorecer a feira?
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por que alterou a praça sem diálogo com o povo?
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por que dados da licitação continuam fora do alcance do público?
O município deseja respostas — e não vídeos políticos gravados na praça.
A INDIGNAÇÃO CRESCE: FALTA REPRESENTATIVIDADE REAL DA CÂMARA?
O povo da Área Cura fica falando em alto e bom som:
“Não temos representantes na Câmara.”
A desconfiança cresceu, a obra foi parada e o município inteira fica debatendo a falta de transparência.
A reforma da Praça do Bom Retiro virou símbolo de algo maior:
a luta por respeito ao voto, transparência pública e responsabilidade ambiental.
Sumaré não deseja silêncio institucional.
Deseja explicações.
Deseja a fiscalização por parte dos vereadores; que cumpram o papel Constitucional de fiscalizar o poder público e não as pessoas civis e/ou empresas privadas, como temos visto em alguns casos publicados em redes sociais de vereadores e até deputado.
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FONTES CONSULTADAS
– Constituição Federal
– Lei Orgânica do Município de Sumaré
– Lei Federal nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação)
– Legislação ambiental brasileira e municipal
– Relatos de moradores e comerciantes da Praça do Bom Retiro
🚨SUMARÉ: REFORMA DA PRAÇA DO BOM RETIRO EXPÕE PROBLEMAS; VEREADORES FECHAM OS OLHOS, E A POPULAÇÃO ABRE… .
Com informações de Auge1
