Requerimento explosivo expõe tensão na Secretaria de Educação
A política de Sumaré (SP) voltou a ferver! Em meio ao rastro de operações da Polícia Federal e denúncias envolvendo secretarias municipais, quatro vereadores — Wellington Souza, Rudinei Lobo, Lucas Agostinho e Rodrigo Digão — apresentaram um requerimento contundente exigindo cópias integrais de todos os contratos e gastos da Secretaria Municipal de Educação em 2025.
O documento, protocolado de forma oficial na Câmara Municipal, pede ao Executivo detalhes minuciosos sobre contratos, notas fiscais, aditivos, viagens e hospedagens bancadas com dinheiro público.
O foco da fiscalização fica, sobretudo, nas supostas despesas relacionadas à implantação do modelo de Escola Cívico-Militar, tema que, segundo os parlamentares, vem sendo usado para justificar viagens e gastos sem a devida transparência.
Educação sob suspeita outra vez
O requerimento cita explicitamente que o Secretário Municipal de Educação foi alvo de investigação da Polícia Federal, destacado por envolvimento em fraudes em licitações, desvio de recursos e lavagem de dinheiro.
Os vereadores afirmam que, diante desse histórico, a Câmara tem o dever constitucional de intensificar o controle sobre todos os atos da pasta — particularmente depois de a Operação Coffee Break, que atingiu diversas prefeituras da área, incluindo Sumaré.
“Transparência não é favor, é obrigação!”, declarou um dos parlamentares.
A cobrança se estende à Prefeitura, que — segundo fontes internas — ainda não apresentou relatórios públicos detalhados sobre as despesas e contratos da Educação neste exercício.
Os quatro da oposição que ainda resistem ao sistema
Em um cenário político agendado por alianças frágeis e apoios estratégicos, Wellington Souza, Rudinei Lobo, Lucas Agostinho e Rodrigo Digão despontam como os últimos pilares da oposição em Sumaré.
Enquanto a maioria da Câmara parece caminhar alinhada ao Executivo, esses vereadores mantêm uma postura firme de fiscalização, questionando contratos, licitações e atos administrativos que envolvem cifras milionárias.
Requerimento questiona o uso de dinheiro público em viagens e “visitas técnicas”
Entre os pontos mais polêmicos do pedido fica a exigência de comprovação de participação em eventos e visitas técnicas — particularmente aquelas supostamente relacionadas ao programa de escolas cívico-militares.
Os vereadores pedem cópias de relatórios, comprovantes de pagamento e notas fiscais, alertando para possíveis irregularidades no custeio de deslocamentos de servidores e representantes da Secretaria.
O clima político esquenta em Sumaré
A sequência de escândalos — com ex-secretários exonerados, servidores investigados e contratos sob suspeita — tem aumentado a pressão sobre o Executivo e reacendido o debate sobre moralidade e transparência na gestão pública.
O povo, cada dia mais desconfiada, começa a exigir respostas.
Enquanto a Prefeitura tenta se esquivar das denúncias, a Câmara dá indicadores de que a blindagem política pode estar com os dias contados.
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Fontes: Câmara Municipal de Sumaré; Constituição Federal; Lei Orgânica do Município;
💥4 / 21 – VEREADORES COBRAM TRANSPARÊNCIA NA EDUCAÇÃO, EM SUMARÉ — Requerimento pede informações cruciais .
Com informações de Auge1
