A Câmara Municipal de Sumaré recebe na próxima quinta-feira (5), às 19h30, a segunda audiência pública para definir os eixos e cursos do novo campus do IFSP (Instituto Federal de São Paulo), na Avenida da Saudade. As aulas estão previstas para começar em 2027.
Aberto à comunidade, o encontro será uma oportunidade para conhecer a proposta do Instituto e contribuir para a definição do currículo da nova unidade. As opiniões apresentadas vão auxiliar a orientar o planejamento acadêmico do campus.
As contribuições também servirão de base para a escolha dos eixos tecnológicos e dos cursos, levando em conta as características e as demandas educacionais, sociais e econômicas de Sumaré e área, incluindo as necessidades do mercado de trabalho.
Alunos, trabalhadores, representantes de organizações e do setor produtivo, além de outros interessados, podem fazer parte. A Câmara Municipal fica na Travessa 1º Centenário, nº 32, no Centro.
Como foi a primeira audiência?
A primeira audiência sobre a implantação do campus foi feita em 8 de outubro, também na Câmara Municipal. O encontro agrupou principalmente alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio interessados nas vagas da nova instituição pública de ensino profissionalizante.
Também participaram dirigentes do setor produtivo local e representantes de sindicatos. A terceira audiência pública fica prevista para dezembro.
O imóvel adquirido para abrigar o campus fica passando por reforma, com investimento de R$ 10 milhões. Foto: Vagner Salustiano/TV TODODIA
Investimento no novo campus
O Ministério da Educação anunciou mais de R$ 50 milhões para a implantação da unidade. O campus ficará em um edifício adquirido no mês de setembro através de um processo de chamamento público.
Localizado na Avenida da Saudade, nº 1.125, no Planalto do Sol, o imóvel abrigou a empresa Schneider Electric. O terreno tem 20.369,48 m² de área total e 10.791,11 m² de área construída.
Além dos R$ 40,3 milhões destinados à compra do imóvel, o ministro Leonardo Barchini anunciou mais R$ 10 milhões para reformas, adequações e compra de móveis e equipamentos.
De acordo com a diretora do campus, Sharon Rigazzo Flores, as três audiências públicas vão ouvir a comunidade para definir as regiões de educação profissional e tecnológica que serão concedidas na unidade.
A proposta inclui cursos de formação continuada e cursos técnicos integrados, concomitantes e subsequentes ao Ensino Médio. No futuro, o campus também conseguirá oferecer licenciaturas, graduações e pós-graduações.
Quando estiver plenamente implantado, o campus precisará atender até 1.400 jovens e contar com 70 professores e 45 servidores. Os processos de contratação de docentes e do grupo da unidade já estão em andamento. As aulas precisam começar no primeiro semestre de 2027.
Com informações de Tododia

